O Sindicato da Indústria da Construção do Noroeste do Paraná (Sinducon-NOR/PR), em parceria com a Universidade Estadual de Maringá (UEM), está disponibilizando currículos de alunos interessados em fazer estágios na área da construção civil.
O Sinbduscon-NOR/PR será o intermediário pela contratação, através da UEM.
As empresas interessadas poderá entrar em contato diretamente com os estagiários. A lista dos candidatos será atualizada periodicamente e estará disponível no site do Sinduscon-NOR/PR. Os associados receberão a listagem, regularmnente.
Mais esclarecimentos poderão ser obtidos no Sinduscon-NOR/PR, com Sonia Maria. O telefone é o (44) 3025-7999.
Serviço: Estágio de estudantes da UEM na área da construção civil - Veja a lista dos estudantes interessados no site www.sindusconnoroeste.org.br link Currículo - Estagiários
terça-feira, 23 de março de 2010
terça-feira, 9 de março de 2010
Empresários debatem propostas do setor para o Minha Casa, Minha Vida 2
A CBIC debate nesta quarta-feira (10) com os membros do Conselho de Administração da entidade, em Brasília, as propostas do setor da construção para o Programa Minha Casa, Minha Vida 2 (PMCMV2). A segunda fase do programa será lançada pelo Governo Federal no dia 29 de março, juntamente com a segunda edição do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2). Para o presidente da CBIC, Paulo Safady Simão, independente do tamanho desta segunda fase do PMCMV, é preciso atacar a questão fundiária, reservando um percentual mínimo de 10% dos lotes para a habitação de interesse social, e admitindo a construção de grandes conjuntos habitacionais, passo importante para erradicar o déficit habitacional que hoje chega a 6,273 milhões de moradias (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios - Pnad/IBGE de 2007).
Construção Civil se mobiliza contra a redução de empregos formais
Empresários da indústria da construção apresentam nesta quarta-feira (10) ao presidente da Câmara dos Deputados, deputado Michel Temer (PSDB-SP) e aos líderes partidários, posição contrária do setor empresarial à aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 231/95, que propõe a redução da jornada de trabalho de 44 horas semanais para 40 horas e aumenta a remuneração das horas-extras de 50% para 75%. A proposta do setor é que a redução da jornada de trabalho seja feita por livre negociação entre empresários e trabalhadores, e não por força de lei. A ideia é discutir todos os temas que afetam o mercado de trabalho de forma conjunta, e não individualmente, principalmente em um ano eleitoral. O setor teme que a discussão em ano eleitoral possa afetar a posição dos parlamentares sobre o assunto. “A jornada de trabalho precisa ser discutida com calma e imparcialidade, não pode ser afetada pelas discussões políticas”, afirma Paulo Simão. A Câmara Brasileira da Indústria da Construção defende uma ampla modernização das leis trabalhistas para que a indústria possa acompanhar as mudanças econômicas e também estimular o emprego formal no país, contribuindo para a desburocratização e o incremento da competitividade no setor produtivo nacional. A mobilização será nesta quarta-feira, dia 10, a partir das 16h, no Congresso Nacional.
Setor otimista em 2010
Os empresários da construção civil estão otimistas para os primeiros seis meses de 2010. A percepção consta na Sondagem da Indústria da Construção, divulgada nesta terça-feira (9) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em conjunto com a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), as federações das indústrias e os sindicatos da construção civil nos estados. De acordo com a pesquisa, o nível de atividade do setor permaneceu aquecido em janeiro deste ano, se comparado a dezembro de 2009. Já o índice que mede o nível de atividade efetivo em relação ao usual, recuou, mas se manteve superior ao usual para janeiro, e ficou acima da linha dos 50 pontos (o indicador varia de 0 a 100 e valores acima de 50 indicam expectativa positiva). Para os próximos seis meses, ainda é positiva a expectativa dos empresários do setor quanto ao aumento do nível de atividade, em razão do Programa Minha Casa, Minha Vida. O maior otimismo é percebido nas grandes empresas, seguido pelas médias e pequenas. A pesquisa foi realizada entre os dias 1º de fevereiro e 24 de fevereiro de 2010 entre 335 empresas do setor, sendo 192 pequenas, 106 médias e 37 grandes.
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